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I Encontro Farmale: Uma conversa sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais com a Dra Giovana Zibetti
Keep fighting!
III Encontro Farmale: Ostomia e Doenças Inflamatórias Intestinais
I will beat IBD
Ali Jawad, paratleta do halterofilismo com doença de Crohn: Você é uma inspiração para todos nós!
II Encontro Farmale - Diagnóstico das Doenças Inflamatórias Intestinais: Investigação Endoscópica Palestrante: Dr Flavio Abby
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Pelo o que o seu coração bate?

Tive a oportunidade única de assistir uma linda apresentação. Foi a última, e muito bem escolhida, apresentação do evento Diálogos Pfizer com Associações de Pacientes de Doenças Inflamatórias. 

Um momento para refletirmos sobre pelo quê bate o nosso coração... será que devemos viver no piloto automático? Começando um trabalho pensando nas férias ou no final de semana, trabalhando para pagar contas... São razões dígnas que o seu coração bata? Bom, ele bate...

A Dra Luciana Fornari tocou o meu coração falando sobre compaixão e autruísmo.





COMPAIXÃO: sentimento piedoso de simpatia para com a tragédia pessoal de outrem, acompanhado do desejo de minorá-la; participação espiritual na infelicidade alheia que suscita um impulso AUTRUÍSTA de ternura para com o sofredor.

EMPATIA: capacidade de você sentir pelo outro. COMPAIXÃO: é a capacidade de você sentir e ter o impulso de ajudar. AUTRUÍSMO: é ação de efetivamente ajudar.


Relação médico/paciente: "se os nossos corações não se tocarem e se compadecerem, estabelecendo uma relação de empatia, de parceria, no intuito de aliviar o seu sofrimento, remédio nenhum do mundo irá funcionar." 

"Talvez o seu coração bater pelo outro te traga mais benefícios do que se ele bater exclusivamente por você."


Por ficar tão tocada e ainda estar refletindo sobre tudo isso, fui buscar a palestra pela rede social e encontrei em um outro evento. Bom, por isso aqui é o Farmale Achou! Assistam e reflitam: Pelo o que o seu coração bate?

Aqui está o vídeo:


Confraternização de Natal da AAPODII

📢 Confraternização de Natal da AAPODII - Associação dos Amigos e Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais 

🚩LOCAL: Hall do elevadores da CPD 1º andar do HUCFF (Hospital Universitário Clementino Fraga Filho).

🕙HORÁRIO: 10 H às 12 H.

🍒 Levar um prato de doce ou salgado.

Mais um ano se encerra, mais um ciclo se fecha e chega a hora da retrospectiva. Vamos rever os planos que foram traçados, o caminho que foi percorrido, as metas e os objetivos que foram alcançados. Momento de pensar no futuro, em novos planos ou concluir os que estão em andamento. Vamos vislumbrar novos horizontes, e abrir o coração para sonhar e manter a esperança em dias melhores para 2018.



Gratidão por tudo e por todos que passaram... pelos que estão conosco há muitos anos, pelos que estão chegando e aos que partiram.
Um abraço fraterno em cada um de vocês e um desejo de paz para nossa caminhada,

Laura Dias
Presidente da AAPODII


Acompanhe pelo Facebook: www.facebook.com/events/737206083121233

Cirurgia nas doenças inflamatórias intestinais

Post com informação e lembrança da minha cirurgia.

@Regranned from @farmale - Os objetivos do tratamento cirúrgico na DC visam melhorar os sintomas e ao mesmo tempo preservar o comprimento intestinal e a função absortiva. Esses objetivos são baseados no fato de a doença ser incurável e afetar, em sua grande maioria, pacientes jovens. Além disso, acima de 70% dos pacientes irão precisar de algum tipo de intervenção cirúrgica. Portanto, uma visão a longo prazo deve ser sempre considerada, evitando procedimentos que colocam em risco a função intestinal. Desse modo, se um segmento intestinal acometido não for responsável por hemorragia, perfuração, obstrução ou doença malígna, este deve ser poupado de qualquer procedimento cirúrgico.

Em geral, as indicações cirúrgicas na DC são classificadas em: falha do tratamento clínico, complicacões agudas e crônicas relacionadas à doença. Várias técnicas cirúrgicas são utilizadas no tratamento cirúrgico da DC incluindo ressecções intestinais e estenoplastias. A doença pode atingir a região perianal em um número significativo de pacientes e a conduta cirurgíca deve ser mais conservadora sempre que possível. Fonte: Moreira AL. Tratamento cirúrgico na doença de Crohn. Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto. 2012;11(4):46-51. Site do Dr Andre da Luz Moreira (excelente médico): www.andreluzmoreira.com 

Essa cicatriz é minha 😉.    Primeira (2013) cirurgia de emergência para retirada de parte do intestino delgado após uma perfuração. Área já muito lesionada das estenoses que não respondia mais a medicação. Desde a cirurgia em 2013 estou em remissão. Segunda (2014) cirurgia para consertar os problemas com a cicatrização, retirada da vesícula e de "brinde" um umbigo novo e uma cicatriz melhorada. 😆

Estamos juntos

Olhai aí! Mais uma daquelas pessoas que você deve cultivar, manter, ter bem pertinho mesmo. ♡

Feliz com a felicidade de alguém

Cultive, mantenha, tenha pessoas assim por perto. Bem pertinho mesmo.
#xoinveja #xoinveja🍀 #queiraobem #juntossomosmaisfortes #farmale#eutequerobem .
@Regranned from @resiliencia_humana - - #regrann

Fístula anal

Fístula anal

O que é?


É um trajeto anormal (um “túnel”) que se estabelece entre a pele do períneo, externamente, e o canal anal, internamente. É a esse trajeto que se chama de fístula anal.


Quais são as causas?


Surgem em sequência a um abscesso perianal, formando um trajeto entre o canal anal (orifício interno) e a região perianal (orifício externo). Este abscesso tem origem em uma infecção no canal anal e a partir daí se desenvolve em direção ao entorno do ânus. No momento em que ele é drenado, deixa um caminho que une o ponto inicial da infecção à pele perianal. 


O orifício extra-anal pode abrir-se também em outro órgão interno como a vagina, por exemplo. Algumas fístulas são consequentes à obstrução dos canais de drenagem de glândulas do canal anal, junto aos esfíncteres anais. Esta obstrução inicialmente provoca um processo inflamatório e, com o tempo, um abscesso. 


Quais são os principais sinais e sintomas da fístulaanal?


Semana de Conscientização Sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais

Dia 5 da Semana de Conscientização Sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais - doença de Crohn e retocolite ulcerativa.

Compartilho com vocês informações sobre as Manifestações Dermatológicas

Depois da #artrite, os problemas de pele estão em segundo lugar entre as complicações extra intestinais mais comuns da DII.
Elas afetam cerca de 5% das pessoas portadoras da Doença Inflamatória Intestinal.

Entre os problemas de pele mais comuns causados pela DII estão:
▶Eritema Nodoso: o nome literalmente significa nódulos vermelhos. Esses nódulos endurecidos e avermelhados, que normalmente aparecem sobre as canelas, tornozelos e, às vezes nos braços, ocorrem na Retocolite Ulcerativa e na Doença de Crohn. O eritema nodoso geralmente aparece juntamente com uma crise da DII, mas ele também pode ocorrer um pouco antes de uma crise. A tendência é que o eritema desapareça quando a doença estiver novamente sob controle.
▶Pioderma Gangrenoso: esta complicação da DII é caracterizada pela presença de pus na pele, associada à úlceras profundas. Assim como o eritema nodoso, o pioderma gangrenoso afeta mais frequentemente as canelas e os tornozelos, podendo afetar os braços também. O pioderma surge como pequenas bolhas que se unem, formando uma úlcera crônica profunda. Essa complicação ocorre mais comumente em portadores da Retocolite Ulcerativa (5%) e com menor freqüência nos portadores da Doença de Crohn (1%).
▶Fístulas Enterocutâneas: uma fístula é um pequeno canal que conecta duas partes do corpo. Uma fístula enterocutânea é um canal anômalo que conecta o intestino à pele, normalmente ligando o reto à vagina, bexiga ou nádegas. A fístula também pode ser uma complicação de uma cirurgia. Este tipo de fístula pode vazar pus ou material fecal. As fístulas ocorrem em aproximadamente 30% dos pacientes de Crohn. O tratamento depende do local e da gravidade das fístulas.
▶Plicomas: os plicomas são muito comuns em pessoas com a Doença de Crohn. Elas se desenvolvem em torno do ânus. Quando o inchaço diminui, a pele em volta fica mais espessa e forma pequenas pregas. O material fecal pode grudar-se a essas pregas, irritando a pele. A prática de uma boa higiene ajudará a reduzir o desconforto e aliviar a irritação. A remoção cirúrgica dos plicomas deve ser evitada.
Fissuras anais: as fissuras são pequenas rachaduras no revestimento do canal anal. Elas podem sangrar, causar dor e coceira. Banhos mornos de imersão e pomadas tópicas podem ajudar.
Estomatite aftosa (afta): essas pequenas erupções bucais, também conhecidas como aftas, são frequentemente encontradas entre as gengivas e o lábio inferior, ou ao longo dos lados ou base da língua. Elas normalmente ocorrem durante as crises agudas da doença e geralmente desaparecem à medida que a doença é controlada.

Problemas de pele pouco comuns na DII:
Acrodermatite enteropática: Os casos graves de DII podem produzir outras doenças de pele associadas à deficiências nutricionais. Por exemplo, as pessoas que têm diarreia crônica podem eliminar zinco juntamente com as fezes. Esta deficiência de zinco pode levar à acrodermatite enteropática, uma erupção escamosa que geralmente aparecem no rosto, nas mãos, pés e períneo. Várias deficiências de vitamina também podem produzir manifestações na pele, tais como sangramento, inchaço das gengivas e erupções escamosas. Estes problemas são menos comuns hoje em dia por causa da crescente atenção em relação à importância da boa nutrição nos casos de doenças crônicas como a DII.

 ▶ O Vitiligo (marcado por áreas de reduzida pigmentação) e a 
▶ Psoríase (uma doença que significa literalmente erupção sarnenta) e o ou 
▶ Hipocratismo digital (doença em que a pele sob as unhas fica espessa) são associados, por vezes, à DII. As duas primeiras doenças podem responder a tratamento tópico e medicação oral. No entanto, não há tratamento para o Hipocratismo Digital.
▶ Reações à Medicação: em alguns casos um problema de pele não é o resultado da DII, mas de medicação usada em seu tratamento.
A Sulfasalazina, por exemplo, pode produzir um tipo de erupção semelhante a alergia, na pele. A reação é atribuída à Sulfa, um componente deste agente.
Os esteroides também podem causar problemas de pele quando usados a longo prazo. Entre eles estão incluídos as estrias, afinamento da pele, aumento da acne, estufamento (inchaço) do rosto, inchaço dos tornozelos e um tempo mais longo para cicatrização de feridas.

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Cosméticos para crianças

Período das confraternizações de fim de ano, das apresentações infantis, os pais e mães vão ao delírio e as crianças se apresentam com fantasias, assessórios e muita maquiagem! Daí a pergunta: qual a idade e os momentos em que são permitidas as maquiagens e usos de cosméticos em geral em crianças? Os pais estão atentos aos danos que podem ser causados à pele das crianças?
O Brasil é um dos maiores mercados mundiais de cosméticos infantis. A utilização de produtos de higiene pessoal, como xampus, condicionadores e sabonetes infantis, e de produtos de beleza já se incorporou ao dia-a-dia de meninos e meninas.
De acordo com a Euromonitor Internacional, o Brasil é o terceiro país no ranking de consumo de produtos em higiene oral, produtos infantis e para cabelos. A Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (#Abihpec) coloca o Brasil como um dos principais mercados do planeta, atrás somente dos Estados Unidos, China e Japão. 
A euforia dos pais e mães no consumo de cosméticos infantis saltou aos olhos das grandes empresas que oferecem hoje milhares de produtos. São duas as principais discussões neste ponto. O prejuízo físico à saúde das crianças, com a utilização de produtos inapropriados, causando lesões à pele, aumentando o número de alergias precoces e a aceleração do envelhecimento. E o aspecto psíquico e sexual, que não serão a vertente principal deste artigo.
Veja algumas dicas: a) quando o assunto for maquiagem infantil, um requisito essencial para a maquiagem infantil é ter baixo poder de fixação e ser facilmente removida da pele com água; b) Crianças até os três anos tem cabelos muito finos, podendo ser evitado o uso de xampus até esta idade (utilize apenas sabonete líquido), e após esta idade, procure xampu infantil; c) Esmaltes permitidos para crianças são aqueles à base de água e que saem sem necessidade do uso de acetona ou removedor.
Fonte: www.rdnews.com.br/sandra-alves/maquiagens-em-criancas/93159


#ANVISA publicou uma cartilha com informações relevantes sobre o tema dos cosméticos infantis. O objetivo é chamar a atenção para os danos que o uso de alguns produtos causa na tenra idade. Da leitura da cartilha é possível extrair informações sobre maquiagens infantis; sabonetes, xampus e condicionadores; protetores solares; esmaltes infantis; batons e brilhos labiais; entre outras.
LINK PARA LER A CARTILHA: https://goo.gl/CikvN3
É natural o instinto de repetição nas crianças ao observar seus pais e mães com cosméticos, maquiagens e perfumes. Entretanto é muito importante observar que o uso dos produtos para adultos deve ser evitado em crianças.
As mulheres brasileiras incidem do erro de não retirar a maquiagem utilizada antes de dormir. Segundo especialistas em dermatologia esta conduta é responsável por alto índice de danos à pele.
Assim, após curtir os espetáculos e apresentações dos pequenos e pequenas, é importante acompanha-los na retirada desses produtos, ainda que, e muito provável, que já estejam adormecidos.
O comércio de produtos de beleza e cuidados pessoais já comemora o reaquecimento da economia para 2017. Então, esteja preparado para ser alvo de inovações e produtos das mais diversas linhas, mas se atente para que os produtos das crianças obedeçam às exigências da ANVISA. As crianças devem utilizar apenas produtos infantis, pois são elaborados de forma a manter as características da pele da criança.

Queremos a remissão das DII

Olha aí! Na hora certa vem e por isso não podemos desistir. E no nosso caso queremos a remissão! 💜
As doençasinflamatóriasintestinais não têm tratamento curativo, mas existem medicações que podem melhorar os sintomas, tirar o paciente da crise e alcançar a maior meta: a remissão. E que seja duradoura 😍!
Quando a situação já está muito ruim no #intestino, ou seja, quando a doença já agrediu muito aquele local, nem sempre as medicações conseguem resolver, então os médicos usam mais uma "arma" do tratamento, a cirurgia. Esse foi o meu caso. Tenho doença de Crohn que se apresenta estenosante. Depois de 2 dilatações, passei por uma cirurgia que retirou a área afetada. Desde então, mantendo o tratamento medicamentoso, estou em #remissão.
O que eu quero compartilhando isso com vocês? Que não tenham medo da cirurgia, ela pode salvar a sua vida 😉.

Encontro de Pacientes e Familiares com Doenças Inflamatórias Intestinais

14 de dezembro não percam: Encontro de Pacientes e Familiares com Doenças Inflamatórias Intestinais.
Será apresentado o resultado da Jornada do Paciente, pela Dra. Marta Brenner Machado, presidente da Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn e Médica Gastroenterologista especialista em DII.
Também será feita a apresentação da AGADII - Associação Gaúcha de Doenças Inflamatórias Intestinais com a participação de Magda Veiga, presidente, e depoimentos de membros.
A entrada do evento é livre e gratuita!

Doença Inflamatória Intestinal

Quem mais já ouviu isso?
"Você parece tão bem"
"Você vive cansado"
"Queria ter a sua doença para ser magro como você" 
"Você não tem força de vontade"

Qual dessas ou outras "pérolas" vocês já escutaram ou escutam?


#juntossomosmaisfortes 💜  #ibdawarenessweek #ibdawareness #semanaDII #invisibleillness#DoençasAutoimunes #ConscientizandoDII #SemanaConscientizandoDII#naosomosinvisiveis #makinginvisibleillnessesvisible #makinginvisiblevisible#tornandodoençasinvisiveisvisiveis #doençasinflamatoriasintestinais#doençadecrohn #retocoliteulcerativa #farmaleachoudii #empatia



Não é fácil... então precisamos priorizar quem merece alguma explicação e quem não merece nada. Aprender a ignorar certos comentários, não deixar que as palavras nos magoem, priorizar nossa saúde mental também faz parte do tratamento.
Já leram esse texto? Dicas Para a sua Saúde Mental
Força, foco e esperança sempre, pois a luta é grande.


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O Farmale é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

Para a sua paz

Um autolembrete importante para a sua paz nessa semana.

@Regranned from @autolembrete - se economize

Prefeitura do Rio recebe medicamentos e insumos para unidades de saúde

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, acompanhou na ultima sexta-feira (1) a chegada dos primeiros caminhões com medicamentos e insumos comprados para abastecer as unidades municipais de saúde. A entrega faz parte da compra realizada com o valor de R$ 100 milhões liberado pelo prefeito no início da semana e é suficiente para abastecer toda a rede de saúde por três meses.
“Quero tranquilizar a população de que não vão faltar medicamentos, sobretudo para diabetes e pressão. Esta semana encomendamos R$ 100 milhões em medicamentos e insumos e os fornecedores prometeram nos doar mais 10%, aproximadamente, então vamos receber R$ 110 milhões em material. São mais de 500 produtos para atender a população”, ressaltou o prefeito Marcelo Crivella.
O material foi entregue na Central de Distribuição de Medicamentos e Materiais Médico-Cirúrgicos da Prefeitura, em Jacarepaguá. Lá, os insumos são recebidos, registrados, estocados e encaminhados para distribuição nas mais de 300 unidades de saúde, de acordo com a necessidade de cada unidade (clínica da família, centro municipal de saúde, policlínica, hospital, maternidade, UPA, CER e centro de atenção psicossocial). Ainda hoje, 17 caminhões sairão da Central carregados de medicamentos e insumos para distribuir pelas unidades de saúde da rede.
A Central de Distribuição, que funciona na Estrada dos Bandeirantes, 1700, em Jacarepaguá, é uma moderna área que foi inaugurada em julho de 2012. O espaço tem 7.000 m² e infraestrutura adequada de acordo com diretrizes da ANVISA e Vigilância Sanitária, que permitem melhor armazenamento e distribuição dos medicamentos.
O prefeito também falou sobre a crise na área da saúde. Ele admitiu que, devido à grave situação financeira encontrada no município, sua gestão enfrentou problemas e, neste final de ano, teve dificuldades para fazer os repasses necessários ao pagamento dos salários dos profissionais de unidades sob gestão de organizações sociais. Mas disse que os pagamentos já foram colocados em dia e que os atrasos não vão se repetir.
“A crise já está passando, os piores momentos foram superados. Nós conseguimos alinhar os valores do IPTU e do ITBI, renegociamos dívidas e cortamos despesas. A questão dos atrasos estamos colocando em dia e pedimos às OSs que compreendam a situação e nos ajudem neste momento difícil”, afirmou Crivella.
O prefeito anunciou também outras medidas para melhorias na área da saúde. Os hospitais de emergência da rede municipal passarão a contar com um profissional sênior como consultor, 24 horas por dia, e todos os profissionais passarão por treinamentos para reforçar os protocolos de atendimento. Além disso, os médicos formados há menos de cinco anos também passarão por cursos de aperfeiçoamento promovidos pela Secretaria Municipal de Saúde. O objetivo é reduzir o risco de erros de diagnósticos e procedimentos no atendimento à população.
Fonte: SolidáRIO

Muito bom ter um espaço como esse para podermos dividir as nossas histórias

Olá. Desde muito pequena, já manifestava alguns sintomas da Doença de Crohn, como dores abdominais, diarréias e problemas articulares. Na época, eu mancava bastante, sentia dores no tornozelo e nos pés, mas como era bem gordinha, os médicos sempre debitavam meus problemas intestinais com um exagero alimentar e as dores articulares com o sobrepeso. Tinha 15 anos quando tive a primeira crise forte de dor abdominal. E hoje aos 34, 19 anos depois, quis buscar um sentido nessa trajetória, em prol de ajudar pessoas que passam pelo mesmo problema e por isso vim compartilhar a minha história. Foi uma época difícil, de muitas internações, exames, erros médicos, diagnósticos errados, e nenhuma melhora no meu quadro. Após fazer um primeiro exame de trânsito intestinal, ao ver o resultado, o médico disse de cara que eu tinha Crohn. Mas sequer me explicou o que era isso. Me mandou tomar uma medicação e disse que em poucos dias eu melhoraria. O que não aconteceu. Eu piorei muito. Em uma noite, que estava mto mal, minha mãe pegou esse exame, me levou no PS do hospital onde costumávamos ir, e fui recebida por um outro médico que decidiu me internar. E a partir daí meu pesadelo começou. Fiz outros exames, como colonoscopia, tomografia, e enfim esse médico chamou toda a minha família para dizer que eu estava com câncer. Com linfoma mais precisamente. Mas que já estava com metástase e que precisaria retirar meu baço e uma parte do meu fígado. Pediu que minha mãe comprasse até uma tesoura cirúrgica especial para isso. E solicitou que eu fizesse uma laparoscopia, para que ele pudesse iniciar o tratamento. Mas quem fazia a laparoscopia nesse hospital era uma outra equipe médica. Durante o procedimento, que era apenas uma laparoscopia, fizeram uma laparotomia exploradora, ou seja, abriram a minha barriga inteira, para no final, falarem que tudo aquilo que o médico disse que tinha, havia sido um engano. Que na verdade, eu só tinha nada mais do que uma apendicite que supurou. Relataram que abriram aquele talho na minha barriga, apenas para tirarem o meu apêndice. Não preciso nem falar, que o médico que afirmou que eu tinha câncer, nunca mais apareceu no meu quarto do hospital. Quem acabou assumindo o meu caso, foi a equipe médica que realizou a laparoscopia. Após esse ocorrido, tive alta. Mas ainda sentia dores, tinha febre, não conseguia me alimentar e via minha barriga inchada. Não durei em casa 2 dias. Voltei novamente para o mesmo hospital, contatei os médicos e no dia seguinte estava novamente na mesa de cirurgia. Abriram toda a minha barriga novamente e alegaram que como o apêndice estava mto infeccionado, que no local formou abcessos. Passei mais alguns dias internada, mas no dia seguinte da cirurgia, já percebia minha barriga inchada novamente. Me sentia mto mal, fisicamente, não conseguia comer, estava emagrecendo cada vez mais, e ainda com febre. Mas me deram alta novamente. Mais uma vez, aconteceu o mesmo. Estava mto ruim, minha mãe entrou em contato com o médico, e ele teve a coragem de perguntar ela se ela gostaria de morar em hospital. Disse que a febre que eu tinha era psicológica, já que o outro médico tinha falado que eu estava com câncer. E que era para ela se tratar também. Foi quando decidimos mudar de hospital e médico. Fui recebida em um outro hospital por anjos que salvaram a minha vida. Estava completamente debilitada, com 36 kilos, e com infecção generalizada. Imediatamente fui para cirurgia e de lá passei 5 dias na UTI. O médico disse que apenas resisti, por ser nova e com organismo forte, senão não teria aguentado. Depois disso, segui por pelo menos mais 30 dias internada. Com mtos drenos na barriga, fazendo lavagens todos os dias e com o intestino paralisado. Me alimentando somente com alimentação parenteral. O médico me explicou que meu intestino estava todo perfurado, e que, depois das cirurgias, quando voltava a me alimentar, minha cavidade abdominal era toda contaminada de novo. Aos poucos fui me recuperando. Tive alta bem. Mas o médico, até por conta de ter sido mexida tantas outras vezes, não fechou o diagnóstico do que havia provocado aquilo tudo. Disse sim que havia uma doença de base, mas foi super cuidadoso ao passar um diagnóstico precoce sendo que ele ainda tinha dúvidas. 

Passei 4 anos bem. Com algumas crises no caminho, mas nada grave e que fosse necessário internação. Tomando apenas mesalazina, que foi minha companheira por muitos e muitos anos. Fazendo acompanhamento médico, nutricional, nada muito restrito. Até que 4 anos depois, no lugar de uma das minhas cicatrizes, percebi que estava se formando uma bolha. Marquei médico, ele me pediu uma tomografia, e durante o exame, já dentro do hospital, essa bolha estourou. Saia coco e restos alimentares de dentro de mim. Fui internada imediatamente. Feitos alguns exames, finalmente meu médico se deu por convencido que eu sofria de Doença de Crohn. Disse que aquilo se tratava de uma fístula. Passei tempos internada tentando trata-la e novamente fui para a cirurgia. Torcia diariamente para a fístula cicatrizar e tudo indicava que isso havia mesmo acontecido, e recebi alta. Mas não passou nem 15 dias depois e lá estava eu de novo. Agora internada e pronta para retirar mais de 1 metro do intestino. De diagnóstico fechado, passei a querer saber mais sobre o que era mesmo essa doença e em como seria ter que conviver com ela prá sempre. Essa última cirurgia aconteceu em 2002 e de lá até os dias atuais, nunca mais fui internada. Tive muitas crises, passei por um período com uma fístula anal, emagreci, perdi muito cabelo, justo eu que era super cabeluda, mas enfim, apenas com a mesalazina, segurei bem a doença. Sofri muito no pós cirurgia, passei anos e anos com muita diarréia, sem controle nenhum em segurar as fezes, e prá ter vida social tive que me virar nos trinta, porque não era fácil. Se quisesse sair, não podia comer. Se quisesse comer, tinha que procurar um lugar onde a privada fosse praticamente grudada na minha bunda, rrrsrsrs, mas apesar de tudo, nunca desisti.

Hoje em dia tomo Humira e ele mudou a minha vida. Sofri mto com sintomas articulares, tenho sérias limitações em mãos, punhos, cotovelos, joelhos e com a medicação melhorei demais. Faço acompanhamento com nutrólogo e apesar de não ter praticamente nenhuma restrição alimentar, cuido ao máximo da minha alimentação. Faço exercícios todos os dias e sou incentivada o tempo todo por pessoas, que acham que eu devo compartilhar minha história, por não acreditarem que eu tenho uma doença, já que treino muito e estou sempre de bem com a vida. O apoio da minha família e dos amigos esse tempo todo também foram fundamentais. Ajudar outras pessoas hoje é o meu maior propósito. Acredito que a maneira como vc encara as adversidades, interferem sim e muito, no curso todo da doença. E abre um leque de discussões em que podemos trocar idéias, experiências e nos ajudar. Muito bom ter um espaço como esse para podermos dividir as nossas histórias. Vamos juntos nessa, com muita garra e alegria.

Meu nome é Veridiana Ganadi Rocha, sou de Campinas-SP, tenho 34 anos sou Cirurgiã - Dentista, tenho doença de Crohn, meu perfil no Facebook é VGROCHA e no Instagram é Verica_83.

Conte a Sua História Também! Expressar tranquiliza-a-dor.
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Vedolizumab aprovado para uso em meio hospitalar em Portugal

Vedolizumab aprovado para uso em meio hospitalar em Portugal
A Takeda acaba de anunciar que o INFARMED deferiu o processo de avaliação de vedolizumab, um antagonista de integrina, para a doença de Crohn e colite ulcerosa. A celebração deste compromisso entre a Takeda e o Estado português vem permitir o acesso efetivo dos doentes à nova terapêutica, preenchendo, assim, uma lacuna na área da doença inflamatória intestinal em Portugal. 
Vedolizumab está indicado para o tratamento de doentes adultos com doença de Crohn ou colite ulcerativa ativa, moderada a grave, que apresentaram uma resposta inadequada, deixaram de responder ou demonstraram ser intolerantes à terapêutica convencional ou a um antagonista do fator de necrose tumoral alfa (TNFα). A terapêutica surge como o primeiro medicamento biológico seletivo e específico para a doença inflamatória intestinal, que proporciona uma remissão duradoura na colite ulcerativa e doença de Crohn.
Fonte: News Farma

Ipatinga terá semana específica para tratar sobre Doenças Inflamtórias Intestinais

Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais terão semana específica para tratar sobre o tema

Os portadores de doenças inflamatórias intestinais terão uma semana especialmente dedicada a conscientização e orientação sobre os transtornos sofridos por essas enfermidades no município de Ipatinga. Por iniciativa do Vereador José Geraldo de Andrade, a proposta legislativa foi sancionada pelo Executivo, se tornou a Lei Municipal nº 3.751/17 e será incluída no Calendário Oficial de Eventos do Município.


As doenças inflamatórias intestinais, a exemplo da doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, são doenças autoimunes, o que significa que o sistema imunológico do organismo ataca o próprio intestino o qual deveria proteger. Em consequência, as pessoas acometidas por essas moléstias frequentemente sentem dores, perda de sangue, diarreia às vezes sem controle e perda súbita de peso, não sendo raros os casos em que pode haver o rompimento do intestino provocando manifestações fora do próprio corpo do paciente.

Para a presidente da Associação do Leste Mineiro dos Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais (Alemdii), Júlia Gonçalves Araújo de Assis, a instituição de uma semana específica é muito importante para o melhor esclarecimento sobre o tema. “É preciso divulgar e conscientizar as pessoas sobre os principais sintomas dessas doenças, para que possam procurar orientação e tratamento médico adequado, o que será realizado principalmente durante o período proposto pela Lei instituída”, esclareceu.  

Andrade ressalta que tomou a iniciativa depois de participar de uma palestra sobre as doenças inflamatórias intestinais. “O objetivo é levar mais informação à população, pois a falta de conscientização pode resultar em demora no diagnóstico e o início do tratamento adequado, tendo por consequência a piora dos sintomas”, observou o vereador.

Dados do Ministério da Saúde informam que em outubro de 2015 existiam no Brasil 31.644 portadores da Doença de Crohn e 38.435 portadores de Retocolite Ulcerativa. Esses números mostram apenas os casos de portadores que recebem os respectivos medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), não sendo computados os que recebem pelos planos de saúde, tampouco aqueles sem medicação ou ainda sem diagnóstico.

1º Encontro Takeda - Entrevista com a Drª Marta Brenner Machado presidente ABCD


Entrevista com a Dra Marta Brenner Machado, Presidente da Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn, durante o 1° Encontro Takeda e Associações de Pacientes de Doenças Inflamatórias Intestinais que aconteceu em São Paulo nos dia 24 e 25 de novembro.

Dra Marta conta nessa entrevista a sua visão sobre esse tipo de evento para as associações de pacientes.
Sobre o evento:
Foram dois dias de treinamento e integração entre as associações de pacientes de doenças inflamatórias intestinais onde foram discutidas estratégias de advocacy. Os representantes das associações também tiveram a oportunidade de trocar experiências, conhecer mais de perto a realidade de outras regiões e estreitar laços.
Estive presente, como membro voluntário da ALEMDII Associação do Leste Mineiro de Portadores de DII, juntamente com a Júlia G. Araujo Assis, Presidente da associação, para nossa capacitação e consequentemente otimizar nosso trabalho na ALEMDII.
Sem dúvida foi uma excelente oportunidade de discussão das dificuldades e avanços encontrados no Brasil pelos portadores de DII, assim como intenso empoderamento para todos os presentes.
Vocês podem ver mais sobre o evento:

✔ www.farmale.com.br/…/1-encontro-takeda-e-associacoes-de.html

✔ www.facebook.com/ALEMDII/posts/1886220001405362

Edição de Vídeo: Dayane Ferreira de Melo - Compartilhando a AR