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I Encontro Farmale: Uma conversa sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais com a Dra Giovana Zibetti
Keep fighting!
III Encontro Farmale: Ostomia e Doenças Inflamatórias Intestinais
I will beat IBD
Ali Jawad, paratleta do halterofilismo com doença de Crohn: Você é uma inspiração para todos nós!
II Encontro Farmale - Diagnóstico das Doenças Inflamatórias Intestinais: Investigação Endoscópica Palestrante: Dr Flavio Abby
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Filme Milagres do Paraíso

Christy (Jennifer Garner) e Kevin Beam (Martin Henderson) são pais de três garotas: Abbie (Brighton Sharbino), Annabel (Kylie Rogers) e Adelynn (Courtney Fansler). Eles vivem em uma confortável casa, junto com cinco cachorros, e acabam de abrir uma clínica veterinária, o que fez com que tivessem que apertar os cintos e hipotecar a casa. Cristãos convictos, os Beam vão à igreja com frequência. Um dia, Annabel começa a sentir fortes dores na região do abdomem. Após muitos exames, é constatado que a garota possui um grave problema digestivo. Tal situação faz com que Christy busque a todo custo algum meio de salvar a vida da filha, ao mesmo tempo em que se afasta cada vez mais de sua crença em Deus.

Pela sinopse do filme já deu para se identificar? Quem tem alguma doença inflamatória intestinal (DII) ou conhece alguém que tenha, com certeza! Para os pais de crianças com doença de Crohn ou retocolite ulcerativa, certamente é um filme para assistir e sair emocionado, pois a luta é grande... até chegar ao diagnóstico de uma DII percorrem um longo e árduo caminho. Já vi depoimentos de algumas pessoas que assistiram e ficaram muito emocionadas com o filme. Eu vou assistir com certeza e já compartilho aqui com vocês o trailer do filme. Quem já viu? Compartilha aqui o que achou!





Data de lançamento: 21 de abril de 2016 (Brasil)
Direção: Patricia Riggen
Música composta por: Carlo Siliotto
Autora: Christy Beam
Produção: T. D. Jakes, DeVon Franklin, Joe Roth


2 comentários:

Victoria Tolsá disse...

Muito lindo o filme... O roteiro é previamente conhecido por três motivos: o nome do longa, o trailer que fornece um spoiler gigantesco (na hipótese de fingir desconhecer o final) e, é claro, a previsibilidade praticamente inerente ao subgênero. Impossível uma estrutura narratológica mais clássica, de 3 atos: um primeiro momento de fé aparentemente inabalável da família perfeita, um segundo período de questionamentos religiosos em razão do drama sofrido e, por fim, o desfecho já desenhado (retomando a fé). Tudo já sabido. Apesar de tudo que foi dito, o filme não é ruim. A interpretação de Jennifer Garnerr como Christy é uma das melhores da sua carreira (o que não significa muito). Vive a única personagem formada por camadas, e diversas facetas são exploradas, convencendo sempre com eficácia exemplar na alta carga dramática do papel. Também a infante Kylie Rogers vai bem, mostrando ter sido a escolha certa.

Alessandra de Souza disse...

Que bom que gostou Victória! Um abraço!