Toda quarta o foco é o alongamento da coluna. 


Confesso que tenho medo de alongar a coluna, sempre tive medo. Depois do diagnóstico da espondiloartrite associada à doença de Crohn o medo aumentou. O famoso: quem tem, tem medo, sabe? 

Mas eu sempre achei tão linda a posição da ponte 👉 quando vc consegue colocar as mãos no chão e os pés também, com a coluna virada para trás. Complicado? Dá para enteder na imagem que coloquei mais abaixo.

Até o ano passado eu fazia somente 1x por semana o Flex e esse ano eu consegui colocar mais 2 aulas. Quem sabe consigo chegar na ponte? Não é simples e como todo movimento, o corpo deve estar aquecido. E ter um um profissional qualificado para te orientar.

Sempre fiz atividade física e muitas aulas de alongamento, certamente por isso não sinto muito os problemas relacionados com a rigidez da coluna, mas… sinto dor, principalmente quando acordo e por isso demoro um pouco para despertar meu corpo. Isso tudo é bem comum em quem tem espondilite. Por isso, desde que recebi esse diagnóstico, busquei incluir atividades que mexem com a flexibilidade do corpo, com a postura. Escolhi o Ballet Adulto e logo em seguida incluí o Flex. E esse ano ando querendo superar limites! Para mim, a vida com desafios é mais prazerosa.💓


Sobre o tratamento das espondiloartrites, ele visa o controle da inflamação. Além do tratamento medicamentoso, fisioterapia, alongamentos, natação e outras atividades de baixo impacto são importantes. Pacientes com DII, costumam apresentar Manifestações Extraintestinais e as espondiloartrites são uma delas. Procure um Reumatologista para uma avalição, ele é o profissional indicado.

A Ponte! Quero chegar nesse ponto!

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