A doença de Crohn começou a fazer parte de mim no dia 23 de agosto de 2017

Começou com a diarreia e logo veio as dores abdominais cruciantes, pensei ter sido algo que comi, mas persistiram e tive que procurar especialidade médica.

Fui varias vezes ao hospital e falavam “Ah é uma virose” toma esse remédio que vai passar isso por 3 meses sem fazer se quer um exame de sangue, cheguei a perder 10 kg nesse período pois não comia e indo várias vezes ao banheiro até que resolveram marcar uma colonoscopia mas demoraria muito pois a fila de espera é grande! Então procurei uma clínica especializada nesse assunto e só lá fizeram uma bateria de exames (chapa, ultrassom, exame de sangue), aí viram que minha taxa de infecção estava muito alta e logo me encaminharam para outro hospital onde tive que fazer vários outros exames (ressonância, colonoscopia, endoscopia), só então descobriram que estava com doença de Crohn.

No início foi um choque saber que tenho uma doença que não tem cura em um país totalmente diferente, contei muito com a ajuda dos médicos e de meu marido.

Comecei o tratamento mas não deu efeito, não diminuiu a inflamação. Agora vou começar o tratamento com Infliximabe, estou ansiosa pois o médico disse que vai melhorar!

O importante é não deixar a doença vencer, não deixar de viver, já que temos que conviver com ela. Tenho fé que tudo dará certo para todos nós.

Seja sempre forte e resistente, não se renda e lembre-se: lute sempre pelo que quer e valorize ao máximo o que possui, conserve o que tem de melhor, esqueça tudo que lhe magoa aproveite a vida e o que ela tem de bom!

Meu nome é Alessandra, moro no Japão, tenho 22 anos e sou Inspetora.

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Expressar tranquiliza-a-dor. 

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