Esses dias estava pensando na época das minhas cirurgias e veio uma lembrança específica sobre a cicatriz. Eu sempre fiz muita atividade física, por prazer, saúde e vaidade também. Quando engravidei continuei minha rotina de exercícios, mas claro adaptando alguns exercícios conforme a barriga crescia. Após a gravidez, mais precisamente 8 meses depois eu já estava retornando aos poucos aos exercícios e logo voltei ao corpo de sempre. Um ano depois veio a cirurgia de intestino que virou tudo de cabeça para baixo. O pós-operatório não foi legal se estendendo em problemas por um ano e no ano seguinte uma nova cirurgia para consertar o que havia dado errado. Coloquei uma tela para corrigir a hérnia incisional. Já contei essa história por aqui, você pode ler clicando nesse link ⇨ www.farmale.com.br/2017/02/nao-desista.html

Claro que dessa vez a vontade de malhar sumiu. Mesmo tudo correndo bem nessa segunda cirurgia, até umbigo novo eu ganhei, meu abdome ficou com uma cicatriz grande e a vaidade sofreu, ou melhor eu sofri com a baixa autoestima. Tinha orgulho do abdome definido e de repente uma cicatriz. O Cirurgião que colocou a tela fez um trabalho excelente, mas ainda assim eu fiquei com vergonha da minha cicatriz. Nunca imaginei que sentiria vergonha da minha cicatriz, mas senti e descobri isso quando fui à praia. A praia é sempre um teste para autoestima não é? Ainda bem que essa neura não durou muito, mas foi o suficiente para me deixar tensa em busca de um biquini que escondesse a cicatriz. Não encontrei, então teria que ser maiô. E o calor que eu senti como maiô??? Essa preocupação não durou nem um mês e logo passei a usar meus biquinis e o maiô ficou engavetado. 

Como consegui melhora essa baixa autoestima que queria me derrubar? Observado as pessoas ao meu redor; cada um com o seu corpo, com a roupa de banho que lhe agrada e curtindo a praia. Curtindo = Não se importando com os outros. Esse é o lance! 😉 Alguém olhou para minha barriga de maneira diferente? Sim, olhou, percebi e ainda percebo os olhares, mas passei para aquela fase que todos que passam por uma cirurgia delicada falam assim: tenho orgulho da minha cicatriz. Foi uma guerra que eu venci e essa é a prova! 💪

Vou pedir para você agir da mesma maneira que eu? Claro que não! Mas posso deixar minha experiência como uma dica para você experimentar caso esteja passando por um momento de baixa autoestima. Vou deixar aqui também a história de uma garota que começou a apresentar vitiligo, doença que causa despigmentação da pele, aos 15 anos de idade. Hoje ela dá aula de autoestima depois de tudo que passou. 

A doença que causa despigmentação da pele fez com que a jovem tivesse que aprender a redescobrir um jeito novo de ver sua beleza.

A americana Jesi Taylor recebeu o diagnóstico de vitiligo aos 15 anos, época difícil para a maioria das pessoas. A doença que causa um processo de despigmentação da pele fez com que a jovem tivesse que aprender a redescobrir um jeito novo de ver sua beleza. Desde então, ela tem dado uma aula de autoestima. “Todos os dias eu acordo e há uma nova mancha branca em algum lugar do meu corpo”, disse ela à revista Allure.

Com o laudo em mãos, Jesi decidiu ser realista. Para ela, aprender a amar seu vitiligo foi (e ainda é) um processo, já que, além de ter de lidar com a doença, Jesi precisou superar as dificuldades de todo o bullying que sofria constantemente na escola.

Para combater a atenção negativa, Taylor começou a se cobrir com meias, lenços e maquiagem, esperando que as pessoas olhassem para o outro lado quando a vissem. Mas depois de anos se escondendo atrás de seu vitiligo, ela decidiu abraçar sua beleza, sem maquiagem e sem traumas.

Houve um dia em que eu estava tipo ‘Acho que vou trabalhar sem maquiagem hoje’. Todos começaram a se aproximar de mim e eu comecei a chorar. E depois disso, eu nunca mais usei maquiagem de novo.”

O vitiligo intriga médicos até hoje. Apesar de não ter cura e nenhuma confirmação sobre o que pode desencadear a doença, existem tratamentos que recompõem a pigmentação da pele. Para os médicos, o problema é estético e não envolve nada mais grave. 

“Por muito tempo eu tive uma ideia limitada sobre o que é considerado bonito por causa de todas as imagens que eu via. Até eu perceber que isso era uma ideia construída. Eu não deixo o pensamento de outras pessoas me afetar mais porque eu sei que isso é um problema com eles e não um problema comigo”, explicou Jesi no vídeo.

Fonte: Metrópoles 

A baixa autoestima traz uma reação em cadeia

Ela está ligada a alguns problemas como depressão, insegurança, dificuldade de se relacionar com outras pessoas, estresse. Opa, esteresse! O que isso te lembra? Crise da doença… 😢 verdade mesmo pessoal, o estresse é o estopim para desencadear doenças e as crises nas doenças crônicas. Então mais um motivo para você buscar ajuda e se ajudar para mater sua autoestima em equilíbrio, pois quando ela não vai bem, acaba virando uma reação em cadeia de eventos perigosos para a sua saúde. Você deixa de fazer exercícios físicos vai ficando cada vez mais introspectivo, desacreditando em si mesmo e depois para sair disso é uma luta mesmo, então não deixe chegar nesse ponto. 


Com autoestima numa boa, você vai se sentir mais confiante, terá mais discernimento para buscar melhores amizades e e eliminar aquelas que não contribuem positivamente na sua vida,  a prática de atividades físicas será prazerosa e a sua saúde agradece. O tal do estresse fica sob controle e você evita uma crise que pode tirar você da remissão da doença ou piorar a situação em momentos de crise.

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