O estudo científico, publicado na revista científica Nutrients, analisa as quantidades de macronutrientes diferentes que são ingeridas, bem como as principais fontes de alimentos e bebidas que contribuem para o consumo de hidratos de carbono (incluindo açúcares livres), lipídios (entre os quais os ácidos gordos saturados, polinsaturados, monoinsaturados e colesterol), proteínas, fibras, e álcool.

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Em relação ao açúcar, embora a EFSA não defina um limite máximo de consumo, a OMS recomenda que os adultos e os jovens devem fazer uma ingestão de açúcares livres de menos de 10% da ingestão total de energia diária. Essa mesma entidade propôs uma nova redução para 5%, pois poderia ter benefícios potenciais para a saúde.

 

O leite e os produtos lácteos, incluindo os subgrupos de leite, queijo, iogurte e leite fermentado e outros são o grupo de alimentos e bebidas que mais contribui para a ingestão de açúcares, seguido pelo grupo de bebidas não-alcoólicas (incluindo subgrupos de sumos e néctares, refrigerantes com açúcar, café e outras infusões, bebidas desportivas, bebidas energéticas, refrigerantes dietéticos, água e outras bebidas não alcoólicas), a fruta, açúcar e doces e cereais e derivados. É importante que cada grupo seja analisado por subgrupos de forma diferenciada pelos tipos de açúcares que eles fornecem.
Fonte: Banco da Saúde – http://goo.gl/W4Qxm8

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