15 de agosto é o dia da gestante

Em 2011 me descobri grávida. No meio do pré-vestibular para medicina. Sim, com 36 anos, depois de formada em Farmácia, depois do mestrado, resolvi fazer outra uma faculdade.

A gravidez não foi nada planejada, nem tinha mesmo a intenção de ser mãe. Sempre tive medo que um filho meu tivesse DII também. Fora que sempre achei o mundo muito, muito perigoso para criar um filho. E estava tudo bem não ser mãe.

Um sono sem controle, vontade de comer coxinha de galinha no café da manhã, já chegava na farmácia perguntando se podíamos almoçar frango assado da padaria. E depois do almoço, vinha um sono pesado, não dava para controlar. E nada de desconfiar que algo estava diferente. Malhando muito na academia antes do trabalho e depois direto para o pré-vestibular, justificavam, para mim, o sono e a fome.

Regra sem vir… comecei a desconfiar… e em um teste de farmácia estava lá: Positivo quase fluorescente!

Tranca curso, conta para todo mundo (a melhor parte), procura obstetra, troca de gastroenterologista, faz exames e aceita que a menina está a caminho. E já estava com 3 meses! Sophia, de sabedoria.

Um dia antes do nascimento

A gravidez foi perfeita! Medicamento biológico no primeiro trimestre, azatioprina toda a gestação. Único problema foram hemorroidas, mas isso já estou habituada das épocas de crise. Obstetra e Gastroenterologista se comunicaram para que eu e Sophia seguíssemos em segurança durante a gestação e parto.

Sophia chegou linda, cheia de saúde! Trouxe alegria e sabedoria para a minha vida. Minha vida ficou completa com essa menina que eu amo imensamente!

Aqui no blog você pode ler muitas informações sobre DII e gravidez: https://www.farmale.com.br/categorias/doencas-inflamatorias-intestinais/maternidade/

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