Dra Tárcia Nogueira explica a importância da ressonância e tomografia

Doença de Crohn

A doença de Crohn pode acometer da boca ao ânus, porém a região mais afetada é o intestino delgado e grosso. Para avaliação do delgado, em geral, solicitamos exames radiológicos, como tomografia ou ressonância com contraste venoso e oral (este é um laxante que serve para melhorar a imagem do intestino), também chamados de entero-tomografia ou entero-ressonância.

Como a doença de Crohn é para a vida toda, é necessário o acompanhamento periódico a fim de diagnosticar complicações (estenoses ou fístulas) e saber se a doença está em atividade ou sob controle.

Tanto a tomografia quanto a ressonância são capazes de nos dar essas informações, porém há algumas diferenças técnicas quanto aos exames!

  • A tomografia é mais rápida e mais confortável, porém pela radiação ionizante, não deverá ser feita com muita frequência.
  • Já a ressonância, apesar de não apresentar o risco da radiação, pode ser mais demorada para completa aquisição das imagens.

Ultrassonografia de intestino delgado

Futuramente, teremos a nossa disposição a ultrassonografia de intestino delgado, exame rápido, não invasivo, sem radiação, que pode ser feito em consultório por médico treinado. Esse método já é feito em vários países da Europa e deve chegar ao Brasil em breve!

Para saber qual o melhor método diagnóstico, converse com seu médico. Compartilhe seus anseios e dificuldades! Tenho certeza que vocês serão capazes de, juntos, definir o melhor exame!

Dra Tárcia Nogueira: Gastroenterologista e Endoscopista pela Universidade Federal de São Paulo com títulos de especialista da FBG e SOBED, membro titular do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB), Médica do Hospital São Camilo Ipiranga.

Foi durante um evento de DII que conheci a Dra Tárcia e senti uma grande simpatia por ela. Conversamos sobre a minha dificuldade em realizar a entero-ressonância e então, após ela me explicar alguns pontos sobre esse exame em relação à entero-tomografia, vi mais uma vez o quanto a informação correta contribui para o processo de aceitação. Não poderia guardar tais informações comigo, afinal o Farmale tem a finalidade de levar para vocês essas informações que, em muitos casos, são fundamentais para a aderência ao tratamento e sucesso deste.

Agradeço a Dra Tárcia Nogueira pela contribuição valiosa para o empoderamento do paciente!

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