Na maioria absoluta das vezes esses cânceres se iniciam como pólipos na mucosa do intestino.

Os pólipos são estruturas semelhantes a verrugas, iniciam inflamatórios mas vão ao longo do tempo adquirindo mutações e capacidade de invadir os demais órgãos do corpo, se tornando cânceres com o passar dos anos.
Sendo assim, a detecção e retirada precoce dos pólipos pode não só detectar o câncer de intestino em estágios precoces como também evitar seu aparecimento, se ainda forem muito pequenos.

Hoje há três estratégias disponíveis para o rastreamento. Todas são recomendadas apenas para pessoas com mais de 50 anos e sem história de câncer de cólon na família (as pessoas com história de câncer de cólon na família devem fazer outros tipos de exames). A primeira estratégia é por exame de colonoscopia, no qual um endoscópio com uma câmera é introduzido pelo reto, sendo capaz de avaliar toda a extensão do intestino grosso. A segunda consiste na avaliação da presença de sangue nas fezes, em caso positivo deve ser complementada com colonoscopia. A terceira consiste de retosigmoidoscopia, também feita através de câmera com endoscópio, porém visualiza apenas o lado esquerdo do intestino.

Caso seja identificado um pólipo, ele será retirado no momento do exame com o endoscópio.

Fonte: Dr Felipe Ades

Site: http://drfelipeades.com/

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