Esses são estudos interessantes, porque o tema está inserido no desenvolvimento da neurociência.

A questão da espiritualidade é muito subjetiva, mas é importante buscar respostas em termos objetivos, por meio de metodologia científica, para conhecer esses padrões. Cientistas começaram a estudar, por exemplo, as neuroimagens e os marcadores. Colocaram pessoas expostas a determinadas práticas comparadas com o grupo controle que não pratica religiosidade, e as imagens e os marcadores mostravam que o cérebro funcionava de forma diferente.

O neurocientista norte-americano Andrew Newberg também comparou meditadores com indivíduos que fazem orações e com pessoas que cultivam pensamentos positivos, mesmo que não tenham uma crença religiosa, e verificou que há uma mudança em determinadas regiões cerebrais e de marcadores importantes.

Professor doutor Frederico Camelo Leão, pesquisador do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq-HC-FMUSP) e coordenador do Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (ProSER) da Instituição,  espiritualidade e religiosidade. Entrevista à Revista ABCD em Foco.

Você inclui na sua rotina alguma dessas práticas religiosas, de meditação e/ou oração? Qual sua percepção na melhoria da qualidade de vida?

Acompanhe o site e redes sociais da ALEMDII, pois em breve teremos novidades!
www.alemdii.org.br
www.facebook.com/ALEMDII/
www.instagram.com/alemdii/

Leia mais:

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui