📑 Principais recomendações para tratamento e procedimentos endoscópicos em pacientes com DII durante a pandemia da COVID-19, baseado em opinião de experts

 Considerando a dinâmica da pandemia de COVID-19 e o rápido acúmulo de novas informações oriundas de opiniões de experts em doenças infecciosas e gastrointestinais a respeito da possível relação bidirecional entre as drogas utilizadas no tratamento da DII e a infecção pelo vírus 2019-nCov, GEDIIB apresenta um sumário a respeito de aspectos terapêuticos da DII no contexto da atual pandemia.

📑Observações: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
✔️A manutenção do tratamento direcionado à DII é recomendada porque pode evitar recorrências ou complicações da doença com a consequente necessidade de visitas a clínicas ou mesmo hospitalizações, o que tornaria o paciente mais exposto ao coronavírus nestes ambientes.
✔️Em um paciente com DII em atividade moderada a grave, a decisão de iniciar terapia biológica, preferencialmente em monoterapia, ou de escalonar a dose de um biológico já em uso, deve ser cuidadosamente discutida em um processo de tomada de decisão compartilhada com o paciente, considerando os riscos da DII não controlada no contexto da pandemia da COVID-19.
✔️Em caso de infecção suspeita pelo 2019-nCov o paciente deve contactar imediatamente seu médico.
✔️Neste contexto, provavelmente, é recomendado parar o uso de imunossupressores e postergar as infusões/injeções de biológicos até que haja resolução da infecção.
✔️Em pacientes com doença de Crohn, os estudos mostram que a troca eletiva de infliximabe para adalimumabe pode levar a um aumento da taxa de perda de resposta, portanto, a troca para droga subcutânea deve ser restringida para centros onde a infusão endovenosa não estiver mais disponível. Em centros habilitados para agendar infusões, recomenda-se evitar aglomeração de pessoas e a adoção de cuidados de saneamento (por exemplo, limpeza das poltronas) entre cada infusão.
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Fonte: GEDIIB

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