Estudos nacionais e internacionais têm demonstrado que a comunicação médico-paciente é o componente principal do cuidado em saúde. Mas o avanço da tecnologia médica, o fenômeno da hiper-especialização do conhecimento e os tempos curtos de consulta podem ter contribuído para ampliar o distanciamento e criar formalidade no trato entre profissional e paciente.
A abordagem centrada no usuário e focada na experiência do paciente cresce em diferentes sistemas e serviços de saúde no mundo. A comunicação efetiva tem sido apontada como fonte indispensável à motivação, incentivo e suporte a todas as etapas do cuidado em saúde, que vai desde o diagnóstico ao tratamento e percorre dimensões importantes, como os cuidados de transição e cuidados paliativos. Os profissionais de saúde devem estar preparados para se adequar a este novo padrão relacional com os doentes e a estimulá-lo.

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