Análises de sangue e fezes podem mostrar inflamações no corpo.

Os médicos geralmente usam exames de sangue como parte da investigação diagnóstica. Os exames de sangue envolvem a coleta em laboratório de análises clínicas. No entanto, alguns exames (particularmente para pediatria) podem ser feitos a partir de uma caneta capilar.

Para coletar uma amostra de fezes, você deve garantir que a amostra não toque no interior do vaso sanitário.

Análises de sangue e fezes podem mostrar inflamações no corpo. Embora esses exames não revelem o que está causando a inflamação, servem como um indicador de que o médico precisa realizar outros tipos de exame para identificar a fonte da inflamação.

Os exames de sangue são úteis de várias outras formas:

■ Hemograma completo (HC) pode mostrar sinais de inflamação ou infecção por meio da contagem de glóbulos brancos em maior número.
■ Anemia pode ser detectada por meio de medições de glóbulos vermelhos.
■ A função hepática e renal pode ser avaliada. O fígado e os rins podem ser afetados pela DII ou pelos medicamentos usados para tratar a doença.
■ Um painel eletrolítico é importante para verificar a desidratação e os efeitos colaterais dos medicamentos.

Esses exames também podem ajudar o médico a prever quanto bem você poderá reagir a uma medicação em particular.

Os exames de sangue fazem parte do trabalho inicial e do acompanhamento e monitoramento contínuos de sua condição de saúde, e geralmente não exigem nenhuma preparação especial.

Tabela exames rotineiros de sangue e de fezes

SINAIS DE INFLAMAÇÃO

As proteínas encontradas no sangue e nas fezes, também chamadas de biomarcadores, podem ser úteis para detectar a inflamação.

  • Biomarcadores de fezes incluem calprotectina e lactoferrina.
  • Biomarcadores sanguíneos incluem proteína C-reativa (PCR) e velocidade de hemossedimentação (VHS).

Pesquisas mostram que esses biomarcadores são úteis na previsão da atividade da DII, mas também estão presentes em outras doenças gastrointestinais.

Os exames de sangue e fezes podem ser mais úteis para orientar exames invasivos, detectar crises e otimizar terapias médicas do que para diagnosticar DII.

Fonte: Cartilha da ABCD – DIAGNOSTICANDO E MONITORANDO A DII

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