Se entregar de corpo e alma àquilo que faz. Fazer e realizar com prazer com satisfação até concluir. Quem não gosta do que faz, acaba fazendo apenas por obrigação e não haverá o encanto de algo bem feito. Eu tenho feito o que gosto, como poucas vezes tive a oportunidade de fazer, mas foi uma busca enorme chegar aqui, descobrir o que realmente me encanta, estimula. Encontrar um foco para o meu blog e mesmo estando tudo tão claro eu não via, mas eu tenho amigos que são parceiros e sendo assim veio a dica, a cutucada, aquele toque para você acordar e se encontrar.
Retornei ao blog ano passado, mas vinha percebendo essa falta de foco e isso me incomodava bastante, mas com uma boa conversa, cheia de dicas tudo clareou e hoje, falar, ler, participar ativamente do assunto doenças inflamatórias intestinais tem sido um prazer.
Meu objetivo é informar, divulgar, educar, apoiar, empoderar, conscientizar sobre as doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e retocolite ulcerativa) que mesmo não sendo raras ainda são bastante desconhecidas. E vejo que isso tem acontecido, o blog vem crescendo e outros profissionais estão se interessando em participar, somar nessa corrente de instruir o paciente. O tratamento não deve ficar somente por responsabilidade do médico, nós como pacientes precisamos ter responsabilidade com o tratamento e os outros profissionais devem colaborar também, o tratamento de uma doença crônica têm maiores benefícios quando é multiprofissional. E por isso tenho feito parcerias para que o blog possa ser um canal de instrução e educação, pois quando compreendemos a nossa condição o caminho fica mais claro.
Estou feliz com o caminho que eu escolhi, que estou trilhando com dedicação e sei que o valor disso tudo é representado pelo que eu faço. Para você que ainda não se encontrou, lembre-se que o seu sucesso é o espelho e resultado da sua dedicação. Dedique-se de corpo e alma àquilo que faz, e terá saído da fileira das pessoas medíocres, e com certeza desfrutará das recompensas que tanto deseja.
José Ingenieros, em seu livro O Homem Medíocre, descreve a limitação afetiva como sintoma de mediocridade: “O medíocre limita seu horizonte afetivo a si mesmo, à sua família, aos seus camaradas, à sua facção; mas não sabe estendê-lo até a Verdade ou a Humanidade, que apenas pode apaixonar ao gênio.”
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