Hipnose: um tratamento inesperado para transtornos gastrointestinais
Entrevistadora: Lauri R. Graham; Entrevistada: Laurie Keefer
 
Medscape: Nesses pacientes não respondedores aos #IBPs #InibidoresDeBombaDePrótons), existe uma resistência da parte deles de interromper o medicamento e ser submetido à hipnose?

 

Dra. Laurie: Sim. Metade do que fazemos é convencer o paciente que essa é uma alternativa viável, o que significa explicar o que é a terapia cérebro-víscera, e fazê-lo de uma forma que eles não sintam que isso é psicossomático. Muita coisa surge da comunicação, e obviamente alguns médicos são melhores nisso do que outros .
O que temos como vantagem é que muitos médicos tratando não respondedores aos IBPs também prescrevem antidepressivos. Nós dizemos aos pacientes que os #antidepressivos trabalham no cérebro para ajudar a melhorar o nível de conforto. Com a hipnose, estamos fazendo isso, mas sem um antidepressivo. É tudo #neuromodulação. Pode ser por um comprimido (por exemplo, antidepressivo) ou pode ser pela terapia cérebro-víscera. Nosso trabalho é modular essa relação entre o cérebro e as vísceras.
“Nosso trabalho é modular essa relação entre o cérebro e as vísceras”. Também, quando você está em estado hipnótico, muitas defesas são reduzidas, e o cérebro se abre para a possibilidade de controlar melhor os sintomas. É por isso que usamos a hipnose – porque ela envia essa mensagem ao subconsciente.
 

 

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